Em foco: Alex M. de Souza.

O Alex é um grande amigo que fiz através do Multiply.

Dono de uma gentileza e educação ímpar, eu o chamo carinhosamente de
‘Sir’, dada a elegância e personalidade gentil e serena, de trato
amigável.

Sua produção pode ser encontrada em seu Multiply , em álbuns
criteriosamente construídos com extremo bom gosto e capricho e em duas
línguas, Português e Inglês.

Ou então em seu Flickr onde ele
também divulga parte de seus trabalhos (e aleatoriamente foram
“pescadas” as imagens abaixo) e onde pode ser visualizado seu perfil.

É inegável a pluralidade de suas imagens, a carga sentimental que
algumas carregam e a qualidade técnica que demonstram.

Foi uma experiência renovadora bater este papo com o Alex e poder
conhecer mais de suas ideias, seus conhecimentos e de sua trajetória
de vida, incluindo aí a fotografia.

Desfrutem da entrevista de uma pessoa que tem muito a nos mostrar e ensinar.

Abraços.

OBS:

Todas as fotos de autoria de Alex M. de Souza, excetuando-se as citadas
Todos os direitos reservados.
Proibida a reprodução e execução pública sem o prévio aviso e
autorização explícita do autor.

1- Alex, fale-nos um pouco sobre vc, se possível inclua uma foto.

Brasileiro, 64 anos, ávido por conhecimento. Viajei muito e tive a
oportunidade de conhecer boa parte do mundo.
Hoje, dedico-me a observar a vida ao redor aproveitando as
circunstâncias favoráveis de viver no interior do nosso país.
Minha vida é simples, dedicada à família e cercado de animais.
Profissionalmente, já ‘aposentado’ na minha profissão principal, atuo
como consultor de empresas de engenharia nas áreas de dragagem e
projetos de estaleiros, aquavias e usinas geradoras de energia limpa
por ondas e correntes marítimas.

2- Como começa seu interesse pela fotografia?

Nasceu da curiosidade a respeito do mundo à volta porque a cada 2 anos
eu vivia em uma cidade diferente durante a infância. Eu fotografo para
entender melhor o que vejo, como as imagens se formam e para aprender
sobre o mundo à volta. Curiosidade e memória foram os fatores
motivadores, portanto. Naturalmente isto levou ao financiamento da
primeira máquina aos 12 anos de idade. Foi um tempo de máquinas
fotográficas apelidadas de ‘caixotes’… Filme preto e branco e pouco
dinheiro…

3- Após eu escrever um artigo
no WP
vc fez o seguinte comentário lá no Multiply:

“Boas perguntas.
Creio que depende do meio onde você se insere.
Aqui no Multiply ‘compartilho’ apenas o que gosto, aquelas imagens que
vi e tentei fotografar com qualidade.
É questão de gostar e ‘compartir’. É ótimo. As preocupações, se
existirem, ficarão circunscritas à percepção do belo e às filigranas
técnicas.
Quando os caminhos fotográficos passam pela busca das ‘imagens que
interessam’ aí tudo se torna muito complexo. Passei por esta
experiência no Shutterpoint. A empresa tem até farta documentação
sobre este e assuntos correlatos. Aqui é difícil. Algumas vezes me
perguntei:
– ‘Como fotografar imagens que não me atraem, nada me despertam?”

Alex M. de Souza.

3.1- Eu gostaria que vc aprofundasse mais o assunto, inclusive
comentando a experiência do Shutterpoint, se possível.

Boa parte da minha trilha na fotografia foi no ambiente de trabalho e
o gênero era o que se denomina hoje de ‘foto de ação’. Era muito
disparo com os ‘motor drivers’, 250 fotos por rolo de filme, e uma
constante: a necessidade de desenvolver algo como uma intuição para se
antecipar à cena. Consequentemente, a preocupação com a técnica e com
o exercitar o uso dos equipamentos de fotografia e filmagem se tornou
impositiva. Enfim, os ‘temas’ das minhas fotos, por muito tempo, foram
ditados pelo trabalho. E isto estava em desacordo com o meu sentimento
pela fotografia…
Claramente eu me sentia ‘dentro’ de uma crítica que li a respeito de
Ansel Adams: ele era tão técnico no que fazia que algumas das suas
fotos simplesmente não ‘aqueciam’ o coração das pessoas.
Este ‘aquecer corações’ a que me refiro é o principal fator
psicológico, intelectual ou afetivo que determina o meu proceder na
fotografia. E, neste caso, o coração a ‘aquecer’ era o meu…
Felizmente, há alguns anos pude me libertar e me dedicar ao lado
ardente da fotografia.
A experiência com Shutterpoint foi bem produtiva. Algo como uma nova leitura.
Aprendi muito e pude conhecer fotógrafos, especialmente ingleses e
alemães, que ampliaram os meus horizontes.
A minha avaliação desta experiência foi simples: não devo dedicar
tempo naquele tipo de atividade pois significa uma submissão às
necessidades do mercado de imagens. Há uma grande diferença entre
atender a um comprador ou acatar os fatores psicológicos, intelectuais
e afetivos que representam a minha motivação.

4- Alex, eu percebo uma força compositiva muito grande em suas fotos.

Apenas para citar alguns exemplos vou postar 3 fotos suas que vi
ultimamente que se beneficam muito explícita e fortemente de técnicas
compositivas (diagonais, busca de pontos áureos, utilização de terços
e pontos notáveis, momentos decisivos, etc)

4.1- O que vc pensa sobre isto e que peso os aspectos compositivos
têm em suas imagens? É algo que vc busca ou vc acha que estas questões
não possuem tanta relevância assim?

Não me preocupo em seguir as regras tradicionais para composição. Há
muitas, como sabe. Entretanto, para ver melhor o mundo através das
lentes é interessante conhece-las, saber usar a luz e ter uma idéia de
como as imagens são formadas no olho humano.
Enfim, as regras tradicionais poderão ser convenientes, mas raramente
prioritárias.

5- Você tem predileção por algum tema especificamente? Qual e por quê?

O gosto por este ou aquele motivo existe e posso citar a ‘natureza’
como o favorito.
As aves, os insetos e as flores me cativam. Tecnicamente são 3
segmentos distintos da fotografia, exigindo equipamentos e técnicas
diferentes. Dentre todos, considero o mais difícil a fotografia de
flores, onde somente um sólido conhecimento da luz e da técnica
permitirá obter cores fiéis à realidade.
Enfim, o meu tema é ‘vida’, em movimento e em cores, esta interminável
coleção de momentos e impressões.

6- Remetendo à pergunta anterior, qual a importancia de seu
equipamento na captura de suas imagens?

Da máxima importância. Os meus temas são exigentes no que tange à
resolução e fielidade a cores. Estas exigências determinam a escolha
criteriosa do equipamento fotográfico, tanto das máquinas quanto das
lentes, e seus acessórios (tripés, filtros e flash eletrônico,
principalmente).

6.1 – O que vc tem usado ultimamente?

Migrei definitivamente para a fotografia digital em 2005.
Experimentei, portanto, o amadurecimento desta nova forma de capturar
imagens. Consequentemente, os equipamentos (especialmente as câmeras)
tiveram de ser atualizados a cada 2 anos para me permitir alcançar o
nível de qualidade de imagem desejado.

Hoje, o material mais importante da minha ‘tralha’ é composto por:

I) DSLRs da marca Canon, modelos EOS 40D, EOS 50D e EOS 5D Mark II.
II) Filmadora Canon Vixia HF S20.
III) Câmera compacta Canon Powershot S95.
IV) Lentes: Canon EF 17-40mm f/4L USM, Canon EF 70-200mm f/4L IS USM,
Canon EF 50mm f/1.4 USM, Canon EF 135mm f/2L USM, Canon EF 400mm
f/5.6L USM, Canon TS-E 45mm f/2.8, Canon MP-E 65mm f/2.8, Canon EF
100mm f/2.8L Macro IS USM e Sigma 150mm 1:2.8 APO Macro DG HSM.
V) Flash eletrônicos: Canon Speedlite 580EX II e Canon Macro Ring Lite MR-14EX
VI) Tripés e monopés: Manfrotto 055XProB + 410 + 454, Manfrotto
190XProB + 486RC2 e Manfrotto 334B + 234RC.
VII) Controles: controle remoto com fio Canon TC-80N3 e controle
remoto sem fio Canon WC LC5.

Dentre tudo isto citado acima, o que mais uso são sistemas formados
com as lentes Canon EF 135mm f/2L USM, Canon TS-E 45mm f/2.8, Canon
MP-E 65mm f/2.8, Canon EF 100mm f/2.8L Macro IS USM. Em situações de
pouca luz e baixo contraste priorizo o uso da 5D Mk II. Para os poucos
retratos que faço, recorro à ‘veterana’ Canon EF 50mm f/1.4 USM.

6.2- Você tem um set de equipamentos muito diverso e variado.Me
parece completo, inclusive no que tange ao processamento pós
captura.Falta alguma coisa, Alex?

Sempre faltará. A ‘falta’ é sempre uma função do tempo quando se lida
com eletrônica. A evolução da ciência de imagens digitais é
vertiginosa e me levará a modernizar equipamentos (câmeras) no final
de 2012, certamente. A crescente sofisticação dos sensores eletrônicos
é a alavanca que move estas modernizações.

7- Alex, sei de sua busca pelo aperfeiçoamento de suas imagens e
pela importância que vc dá ao aspecto de apresentação delas.

Tocando especificamente neste ponto, fale-nos sobre seu fluxo de
edição, incusive mencionando editores de imagens de sua
preferência.

Primeiramente é preciso deixar claro que somente uso o formato RAW
para fotos. Raramente uso JPEG. Também, normalmente uso as DSLR em
modo Manual ou Av. Não sou adepto da automatização da fotografia.
A escolha dos software foi um aspecto complexo até 2007: não haviam
boas ferramentas de software especializadas porque a fotografia
digital ainda estava na puberdade tanto em hardware quanto em
software. A minha tendência, portanto, era usar os sistemas Canon
Digital Photo Professional (DPP) e o Adobe Photoshop (AP).
Dois aspectos me desagradavam: a interface canhestra do DPP e a
destinação principal do AP que desde a sua criação foi trabalhar
imagens digitalizadas. Daí que o DPP, embora especializado na
fotografia digital, era (e ainda é) uma ferramenta desagradável de
utilizar. E o AP, apesar de todo o seu fantástico leque de funções,
nada mais é do que uma tentativa de ser um verdadeiro sistema para a
era da foto digital além de exigir muito do usuário na curva de
aprendizado. Sou usuário de AP desde a versão 7…
Assim, abandonei os 2 sistemas (DPP e AP) tendo adotado o Phase One
Capture One (CO) e o Adobe Lightroom (LR) depois de muita paciência,
estudo e pesquisa. Inegavelmente, estes são 2 verdadeiros sistemas
para fotografia digital. Uso-os diariamente desde 2007.
Enfim, os sistemas principais que utilizo são o CO e o LR.

Há, entretanto, tarefas específicas que não podem ser executadas por
estes 2 sistemas: montagem de panoramas, stack de imagens para a
ampliação da profundidade de foco, comando remoto por computador de
lentes macro para controle milimétrico da focalização, reduções de
ruídos em macrofotos acima de 1x, recuperação de detalhes e cores,
HDR, ampliação de imagem e alguns acabamentos de fotos para publicação
(molduras, redimensionamentos simples, etc…). Nestes casos utilizo
outros 7 sistemas: PTgui Pro Photo Stitching Software, Helicon Focus,
Helicon Remote, Topaz DeNoise, Photomatix Pro, BenVista PhotoZoom Pro
4 e FastStone Photo Resizer.

Sumarizando, então, o fluxo de posprocessamento segue as seguintes etapas:

I) Interpretação do arquivo RAW por meio do CO.
II) Os ajustes básicos de Balanço de brancos, Balanço de cores,
Alcance dinâmico e Níveis são feitos no CO.
III) A imagem é exportada no formato TIFF 16 bit, espaço de cores
ProPhoto RGB ou PhaseOne PC Monitor e em 300 px/pol.
IV) A partir do LR são feitos os trabalhos de ‘denoising’ com o Topaz
DeNoise e, conforme o caso, seguem-se o PTgui e o Photomatix. Tudo
isto dentro do ambiente do LR.
V) Em seguida, no mesmo LR são feitos os pequenos ajustes finais de
Temperatura de cor, Recuperação, Luz de preenchimento, Clareza
(traduzido erradamente como ‘Claridade’ no menu…), Vibração, Realce
em seus matizes e saturações, Sombras em seus matizes e saturações e
ajustes de nitidez e Reduções de ruídos. Em poucos casos é necessário
aplicar as funções de Correções da lente e a aplicação de Efeitos.
VI) A exportação da imagem concluída é feita pelo LR e o parâmetro
básico é o formato JPEG a 300 dpi e 100% de qualidade.
VII) Redimensionamentos e aplicação de molduras e textos explicativos
são feitos pelo FastStone Photo Resizer.

A organização dos arquivos RAW é feita em uma estação de trabalho e
duplicada (backup) para um HD externo e mídias DVD. Este trabalho é
efetuado pelo Canon ZoomBrowser. Fotos prontas, no formato JPEG a
100%, 300 dpi e 100% de qualidade permanecem em álbuns do LR e também
passam por ‘backup’ diário para HD externo.

“Foi um tempo de máquinas fotográficas apelidadas de ‘caixotes’…
Filme preto e branco e pouco dinheiro…
Alex M. de
Souza.

8- Ainda há lugar para a fotografia com filme, ou o formato agora é
visto apenas com nostalgia e/ou inviabilidade na maior parte das
vezes?A tecnologia digital realmente veio para ficar?

No momento atual não posso apontar o filme fotográfico como uma
tecnologia ultrapassada. Entretanto, as modernas tecnologias
eletrônicas usadas na formação de imagens superarão em breve o
desempenho dos diversos filmes que conhecemos e utilizamos.

9- Que influências inspiradoras te ajudam, ou te ajudaram, a obter
melhores imagens?

Contribuiram direta e indiretamente para a elevação do nível de
qualidade de imagem os trabalhos de Klaus Schroiff, Michael Reichmann,
Dr. Klaus Schmitt, Dr. Castleman da Universidade da Florida, os textos
disponibilizados por Lexar Media Inc, a literatura técnica da
Universidade de Cambridge e as instruções da AGFA e da Carl Zeiss AG.
Sem dúvida deixei de mencionar mais alguns porque são muitos. Minhas desculpas.

“Claramente eu me sentia ‘dentro’ de uma crítica que li a respeito
de Ansel Adams: ele era tão técnico no que fazia que algumas das suas
fotos simplesmente não ‘aqueciam’ o coração das pessoas.
Este ‘aquecer corações’ a que me refiro é o principal fator
psicológico, intelectual ou afetivo que determina o meu proceder na
fotografia. E, neste caso, o coração a ‘aquecer’ era o meu…
Felizmente, há alguns anos pude me libertar e me dedicar ao lado
ardente da fotografia.
AlexM. de Souza.

10- Que exemplos de fotos, suas e de outros, lhe fizeram o ‘coração
arder’?

Prefiro apontar uma que considero inesquecível e sempre me gratifica.
Não sei quem é o autor:

Nota: A fotografia acima pode ser encontrada no seguinte
endereço.

11- Por que ‘NightGoose’ e ‘De nihilo nihil’ (2 nicks mostrados em
seu Multiply)?

‘Night Goose’ foi um ‘nickname’ necessário na década de 1980 durante
atividades na área de TI que exigiram uma identificação única no
mundo. Esta expressão é uma inconsistência em sua essência: gansos não
voam à noite. Nos idos de 1980 havia referências a apenas mais um
‘nick’ similar, na Austrália, e redigido ‘Nightgoose’. Hoje há um
monte por aí…
‘De nihilo nihil’ é uma expressão ligada à natureza das coisas, parte
da física epicurista. O seu significado é ‘nada vem do nada’ sugerindo
que ‘não se pode esperar que uma mente sem brilho produza pensamentos
brilhantes’. A frase é atribuída ao poeta romano Tito Lucrécio Carus.
Para mim os dois ‘nicks’ combinados bem que podem ser um conselho:
estude, pesquise sempre e tente o impossível!

12- Há autores (fotógrafos) que te inspiram? Quais?

Tenho grande admiração e respeito por Alfred Eisenstaedt e Yousuf
Karsh, 2 brilhantes ‘retratistas’, com fantástico talento para ‘usar’
a luz. Curiosamente a fotografia praticada por Eisenstaedt e Karsh se
situa em segmento diverso daqueles que abracei.
No segmento de fotografia da natureza sou grato a Juza, um jovem e
talentoso fotógrafo italiano, e a Piotr Naskreck, zoólogo de Harvard,
pela enorme quantidade de conhecimentos que me transmitiram.

13- Alex, sendo um espaço com mote em fotografias, nada mais justo
que queiramos ver imagens, não achas? -rs

Levando-se em conta a resposta anterior, mostre-nos algumas imagens
das 4 pessoas citadas que você ache interessante compartilhar,
independente de motivos pré-estabelecidos.

Algumas imagens daqueles que apontei se encontram em:

Eisenstaedt.

Yousuf Karsh

Juza

Piotr Naskrecki

14- Seguindo na mesma linha eu gostaria que você apontasse em sua
própria produção algumas imagens que te tocaram de alguma forma ao
ponto de você se sentir com o ‘coração ardendo’.

Imagens que tenha para você um significado especial, e se puder faça
alguma explanação sobre estes motivos.

Prefiro ‘ aquecido’ a ‘ardendo’…

Relembrando que a minha motivação tem por base fatores psicológicos,
intelectuais e afetivos em permanente mutação, eu apontaria hoje as
seguintes fotos compartilhadas no Multiply e no Flickr:

Nota: Foram selecionadas apenas algumas imagens dentre
as enviadas pelo Alex.

Não tratam-se das melhores imagens e foram escolhidas dentre as
inúmeras que compõe seu acervo, acessíveis nos link’s citados no
início da entrevista.

São imagens belíssimas que passeiam por diversos temas, da natureza ao
macro, passando por retratos e abstratos.

Vale realmente à pena visitar as galerias.

15- Alex, lhe agradeço a paciência e o tempo dispensado neste
agradável bate-papo.

Gostaria de acrescentar algo mais?

Foi um prazer.
Em relação à fotografia eu me sinto como Eisenstaedt disse:

“Eu sonho com o dia em que os processos entre a minha mente e o
meu dedo não mais serão necessários. E simplesmente piscando os meus
olhos baterei as fotos. Então, acredito, estarei começando a ser um
fotógrafo.”

16- Por último, deixe uma mensagem aos leitores que por aqui passarem.

Como ainda estou longe de ser um fotógrafo amador, prefiro voltar a
Eisenstaedt :

“Quando a abordagem ingênua e a humilde vontade de aprender
desaparece do amador, o espírito criativo da boa fotografia morre com
ele. Todo profissional deve permanecer sempre em seu coração um
amador.”

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